Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Setembro está a chegar.
Nas tardias noites de Julho e nas manhãs de Agosto tardio se anuncia.
Todos os entardeceres são setembrinos. É o sete a operar,
nas uvas o pintar,
nos figos o melar, na alma o dealbar.

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