Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



domingo, 29 de agosto de 2010

O tempo é a eternidade.

3 comentários:

  1. Faz tempo que há eterno.
    Já não é sem tempo de não havê-lo.

    (Se haja Eterno, só se for por ser início de parágrafo, ou ser o ponto final de o não haver...)

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  2. Ó (sem)tempo que o tempo é sem tempo.

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  3. "Eterna é a noite, a Mãe e o Silêncio"

    Um verso de um poema qualquer...

    Um beijo de mim, Luiza.

    À vista dos quintais, a eternidade sem tempo de Saudades.

    Um beijo

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