Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



terça-feira, 24 de agosto de 2010

Agora que o sol te encontra a fronte
é que se vê como nasce a noite nas dunas ao vento.

1 comentário:

  1. A noite, Luiza, nasce da fronte dos que amam, das dunas, o silêncio que as tinge de sombras, de sombras que os cabelos desfazem na fonte clara da Hora.

    Agora
    O sol beija a fronte
    de Luiza e tomba de sombras
    sobre o vento que floresce na silente fonte.
    O Sol bebe das dunas o silêncio
    que arrefece.
    Agora
    À vista dos quintais
    As dunas alisam o vento.

    Um beijo terno e velado.
    M.S.

    ResponderEliminar