Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



sexta-feira, 13 de agosto de 2010

O que se inscreve do roseiral
é o que me empurra para o derradeiro perfume.

5 comentários:

  1. Bom vinda, peregrina!
    É refrescante, o teu verbo.

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  2. Querida Luiza Dunas,

    Que se cumpra sempre o que nos surge de inspiração. E porque tudo tem um nome, mesmo o que é Sem Nome, sugestivo lhe vislumbro os campos e as vistas." Vista para os Quintais", lugar insituado que será peregrinação e romaria dos meus passos, assim nos encontremos entre Jardins e Vista para os Quintais, onde as janelas das nossas almas assomam e se reconhecem filhos de um Deus maior.
    As dunas que nos esperam, as que vi ao longe, e onde não ousei entrar, estavam com a forma que o vento suspenso de antigamente dá às coisas que se movem devagar.
    Grata saúdo esta Vista e Visão.

    Um abraço imenso, Luiza Dunas,
    Amiga.

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  3. Ó nossa Luiza, peregrina, sim, não me parece que seja em clausura.
    Gostei do arranque, pequenas frases simples e íntimas, gotinhas de orvalho tiradas ao entardecer de uma folha. Jogadas diretamente para nós, vivas, palpitantes ainda, sem prévias formulações literárias.
    Parabéns, amiga.

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  4. Penso que aqui iremos poder sentir o respirar da Poesia.

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  5. Uma leitora e uma criança mística embriagam-se sempre com o perfume das rosas. Porque onde há rosas há um milagre chamado silêncio e ocultação do verbo.

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