Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



segunda-feira, 27 de junho de 2016



a escrita sinistra secreta-me, dou a mão ao vulto que me esconde, subliminal irrompe-me, irrompe a floresta na sombra sobre as águas, o sol esbate-me o corpo, as lágrimas são violetas, e a banda passa.


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