Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



segunda-feira, 6 de setembro de 2010


2 comentários:

  1. Cônscio túnel.
    Ignaro. Ígneo aro do ar
    do cio de ser.

    Bom ter olhar de ver: clara
    mente cego. Ver no fundo
    (nenhures), no horizonte
    do i-limite, que (algo?) há
    que luze e - certamente
    cega, que nem a si vê nem
    se vê – foca vão o dis
    centro tropeço no iludir
    de-graus no passo do ante-pé:
    tatear de gatas tathagata.

    Túnel.
    E tu-n'el(e): in-tu-n’ele.
    Túnel?





    (* quem sabe, algures no túnel, Donis de Frol Guilhade sorri enigmas, e Lapdrey gargalha zaratu'stradas. Certo, certo, apenas o claro tinir dum fra'terno beijo a Luiza)

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  2. Meu Irmão, sim, muito terno, tão terno...

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