Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



domingo, 5 de setembro de 2010


2 comentários:

  1. Escada (onde os passos?),
    escala inconjunta, bordão
    que vai ao Si, desde o sem Dó.

    Solo bordado pelo beijo do sol:
    clave d’inSóLito - porta quase.
    Mas não. Para quem?

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  2. Oh, as casas! A pedra e o azul. A construção da alma!

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