Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



sábado, 23 de outubro de 2010




1 comentário:

  1. Gosto do tanque e do tanque de Antonio Lopez. Gosto do cheiro a sabão azul e branco e clarim. Gosto de ouvir a roupa a ser batida na pedra e gosto de ouvir mulheres a cantar quando lavam a roupa e a tornam branca, como a neve, como a luz, como a expõe como um rosto lavado de frente para o sol. As mulheres da minha família cabem todas nesta memória de cheiros e sons, vozes. Juntas compunham um alegre coro que animava os raios de uma dança que só internamente dava ânimo a tudo o que de secreto e fundo nos anima. AS tuas fotografias são um albúm de meórias vivas que abres dentro de mim. Grata.

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