Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



sábado, 16 de outubro de 2010


3 comentários:

  1. Senta-te no fio (geomedrado) da sombra.

    De um lado e doutro, a luz abraçar-te-á, e a ela - mostrando que não há dois tronos, mas nenhum...

    Caminha, então, pela parede vegetal das coisas:
    ali encontrarás, inscrito a fogo, o rasto e a ruga do mundo.

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  2. repouso a teu lado, aí sentada...
    nada dizemos, comunhamos do silêncio e tudo somos ;)
    bj

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