Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



sexta-feira, 15 de outubro de 2010


Ao meu Irmão Virgílio Augusto

Em teu jubileu meu coração sangra e se consagra
por mim tu és e eu por ti
nestas terras em que nos errámos somos sem jamais nos perdermos
no infindo amanhecer que nada distingue nem separa.
Meu Irmão.

1 comentário:

  1. Júbilo e jubileu seja o que sempre se Saúda em lágrima e em coração re-cordado. São ambos um no outro. Irmãos.
    São sangue consagrado na errância, quer venha a barca ao rio do peito, quer se abra a memória para a visitação fraterna. "Infindo amanhecer que nada distingue nem separa.

    Um grato abraço, Luisa Sousa Martins, Irmã de seu Irmão.

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