Quando o deito, o corpo é uma memória, um baú esculpido a cheiros e jóias entes e sangues; quando é o corpo que me deita, sou o lençol branco sobre o baú sacudido ao sol, passa-me o tempo, como se este tivesse sido um sintoma de abstinência de respirar ou estátua pulverizada.
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
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