Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



terça-feira, 17 de janeiro de 2017



pelos áridos frescos vales da manhã esvoaçam borboletas, suas asas reverberam o sol nascente, o meu peito à bruma obriga-me à perdição, ao aprumar das costas e ao bater dos cascos,
cai-me um silêncio.

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