Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



domingo, 12 de julho de 2015


na hora da rega a enxada sulca os veios, desenha as caldeiras e a corrente da água nascente doura na terra as cabaças, as abóboras, as ameixas, os pêssegos, os diospiros, as peras, as maçãs.

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