Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



terça-feira, 27 de dezembro de 2016



Mãos juntas, olhamos o céu, nesta partitura ogival a clave da cruz e da luz, e nas ânsias de cúpula o buraco negro por onde nos entram os pássaros e a morte a conflagrarem toda a pena, connosco em braços, a um tempo, ao eclodir das preces nas armilas.

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