Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



terça-feira, 3 de junho de 2014

roga-me a serpente os ventos do caminho
assombra-me febril o rumo que me ilumina
não há regresso nem passado nem futuro
na inseparação o pio medo, benta água fria.

Sem comentários:

Enviar um comentário