Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



quinta-feira, 11 de julho de 2013


no timbre da pena pendulo 
em matinais e nocturnos repiques
sino é o meu peito monasterial
sonoro silêncio, amante respirar.

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