Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



segunda-feira, 5 de junho de 2017




Depois ficaram só os dois, houve aquele romper súbito da penitência, a auscultarem-se ao céu e aos tempos e a desembaraçarem a solidão. A bela desenganava-se. No compasso estelar, o sangue corria-lhe sem temor, límpido, desfez-se-lhe o caminho e a besta.

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