Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



quarta-feira, 28 de outubro de 2015












Ao primeiro olhar um súbito e iminente limiar, o da anterioridade, interior ao olhar, remoto abismo do alumbramento, a aparição do que não morre. É tão invisível que é impossível não ver.




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