Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



quinta-feira, 10 de setembro de 2015

o cheiro da caruma
gaivota pousada no xisto
aqui estou, Senhora, atende-me ao corpo,
vento, rio, pranto.

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