Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



quarta-feira, 31 de agosto de 2011

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Nos claustros desaparecidos




Irmãos,


aos vossos junto meus passos evanescentes


a vossa oração


em peito aberto


um canto em meu coração eco


nas vossas pedras o meu desenho


rasto no deserto


nos vasos de romãs o tesouro a descoberto.



( Catedral de Toulouse )




sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Na névoa da montanha
o cume, a ilha,
o encoberto.
Neste, a barca e as flores.

No anoitecer
a força da luz,

o círculo dos saudosos.