Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



terça-feira, 22 de março de 2011

passo a mão pelo rosto
e neste gesto por rostos de outros tempos
não passados nem vindouros
como se não seja eu quem agora esteja a ver
ou sendo eu quem vejo não seja a mim que veja

Sem comentários:

Enviar um comentário