Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Em rigor não se pisa o risco,
transgride-se à risca!

a saudade é a chama; o chamamento, o silêncio.

homenagem

O homem nasce quando se levanta de haver nascido.

solve et coagula

Verdade é o fogo secreto que nos dissolve a voz na escuta para d'ourados silêncios.
Refundo-me no colapso da plena adoração.

Talvez à vista não salte,
porque se firmam no firmamento, imóveis
as vozes pousadas em silêncio na sede de um diálogo cristalino.
Se te diriges para onde sabes que queres ir
não precisarás de pensar caminhos para lá chegar.
O ponto de equilíbrio é um ponto de vista.

Saudade - a precognição


Pressagiamos a nossa imortalidade original e ainda assim corremos com(tra) o Tempo.







domingo, 5 de fevereiro de 2012

As grandes alegrias não são extraordinárias.