Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

ao alto, na cripta, um cavalo
percorre os prados que nos reúne a todos, livres, num cordão de bastões

Catedral de Santiago de Compostela

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Em todos os rumos
os ventos no levantar da tempestade
a cada passo no deserto
a consagração à mais íntima e funda quietude.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Preserva o laço, seja qual for o desenlace.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

É preciso uma certa bruma para não perdermos visibilidade.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010







Pelos caminhos enlamaçados o sol encontra as penumbras, a pedra e o mundo.