Para bom entendedor, sagrado é amor.
Páginas
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
oração do guarda do anjo
a caminho do instante, guardo-te, meu anjo, na dádiva de vigília que me ensinas. vejo-te nitidamente na luz e na sombra, vulto indistinto. ao largo e à minha beira, cantas amor, nossa infinita irmandade.
meu anjo, perseverante narrador do inenarrável mistério, segredas-me a inocência e eu confesso-te a minha ignorância. oro por ti, oras por mim, tocamo-nos. revezamos.
de espada benta em mãos, eis-me frágil. frágil, não indefesa, tão frágil, não inofensiva. sobretudo quente de noite e de sonhos, tábuas manuscritas por ti, ó guardador de omissos mapas.
no
azul sem fim
de uma nave a flutuar
ouço uma voz a chamar ( será por mim? )
no alambique eu vou entrar
pelo fogo vou subir
( a lua e o sol a murmurar:
vem para fora de ti, mas não saias d’aqui )
e o alambique a oscilar
em partículas de amor me sinto no ar
para logo me destilar e voltar a mim, aqui,
que do azul afinal nunca saí
re-voltada a cauda mordi porque do mal não sou
nem o bem me assomou, sou una
sou cinza, fénix de novo
sou amor, soror.
de uma nave a flutuar
ouço uma voz a chamar ( será por mim? )
no alambique eu vou entrar
pelo fogo vou subir
( a lua e o sol a murmurar:
vem para fora de ti, mas não saias d’aqui )
e o alambique a oscilar
em partículas de amor me sinto no ar
para logo me destilar e voltar a mim, aqui,
que do azul afinal nunca saí
re-voltada a cauda mordi porque do mal não sou
nem o bem me assomou, sou una
sou cinza, fénix de novo
sou amor, soror.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
samhain
é na morte a vida de todos os céus
antepassados, oh anciãos amores
em meu sangue os vossos, os ossos, os humores
as fogueiras, os cedros, as macieiras
o fumo das taças, das entranhas, fulgores -
ao rubro nas vénias outonais a aura dos ancestrais.
antepassados, oh anciãos amores
em meu sangue os vossos, os ossos, os humores
as fogueiras, os cedros, as macieiras
o fumo das taças, das entranhas, fulgores -
ao rubro nas vénias outonais a aura dos ancestrais.
domingo, 20 de outubro de 2013
terça-feira, 10 de setembro de 2013
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Subscrever:
Mensagens (Atom)