Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



sexta-feira, 27 de maio de 2016


a mentira ferve de verdades.

segunda-feira, 9 de maio de 2016


A vida é já o silente grito de um pós-terra. De um depois que é antes, presença original rebentadora !

segunda-feira, 2 de maio de 2016


Na montanha deserto a chama no céu da noite,
nas brumas nocturnas rosa o desejo da coroa,
lascívias do sono nos limiares da pantera,
o bramir das sombras, pássaros, luz,
e no silêncio
o uivar da flauta.


| the silent flute