Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



segunda-feira, 2 de maio de 2016


Na montanha deserto a chama no céu da noite,
nas brumas nocturnas rosa o desejo da coroa,
lascívias do sono nos limiares da pantera,
o bramir das sombras, pássaros, luz,
e no silêncio
o uivar da flauta.


| the silent flute


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