Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



quinta-feira, 16 de outubro de 2014



tocam os sinos à transparência do deserto
os pássaros escrevem as glórias da manhã
não há pecado, pecadores, nem desculpas
puríssima, tuas bençãos sobre nosso graal
despertemos em filho na unidade da pomba.
| Catedral de Almeria |

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