Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



sábado, 2 de agosto de 2014

nudez o corpo, pouso e oferenda
mãos, mudo enleio outono e éter
a noite o beijo nos foge e encobre
violino entre searas una despedida
murmúrios luz vísceras nossa pele.

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