Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



domingo, 6 de julho de 2014

deserto a pele seio regaço 
gemido colo mato e seiva
vestal cheiro nimbo mortal
húmida fera o pélago e nu,
de ouro o tempo, o tempo.

Sem comentários:

Enviar um comentário