Luíza Dunas nasceu em Lisboa, que tem por sua terra oráculo, porto e pórtico das suas vi(r)agens.

Os escriptos surgem-lhe por obediência, assinalando imperativo que lhe inspira o cumprir de uma travessia revelatória de profundos, da qual se sente tão-só a decifradora e a primeira leitora.



sexta-feira, 31 de maio de 2013

o corpo nas mágoas o decanto 
hóstia em negras florestas
no peito o leito do cálice derramado
prenhe d'amor meu pranto.

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